
Sempre fui dona dona do meu próprio nariz, do meu espaço. Do meu dinheirinho que nunca sobra. Da minha liberdade, do meu jeito apressado de fazer as coisas. Não tenho hora pra nada, minha bagunça tem seu lugar, sou meio cabeça-dura, ainda derrubo sorvete na roupa. E minto. Minto que não comi hamburguer, que eu me viro, que não precisa se preocupar, que está tudo bem. Que não dá um puta trabalho cuidar da gente.
e dá um puta de um trabalho né? mas sempre vale a pena!
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