
Mas medo eu tenho poucos. Tenho medo de jornal nacional, largatixa, de maionese vencida, tenho medo das pessoas, tenho medo de mim. Perco o rumo, ralo o joelho, bato de frente com a cara na porta: sei onde quero chegar, mesmo sem saber como. E vou. Sempre pergunto quanto falta, se está perto, com que letra começa, se vai ter fim se vai dar certo. Sempre questiono se você está feliz, se eu sou bonita. Sou criança crescida com contas para pagar. E mesmo pequena não deixo de crescer. Trabalho igual gente grande, fico séria e traço metas.
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