
Eu não tenho tempo. E afinal, quem é que vai saber dizer o que faz mal, tentar provar que, no final, não foi ninguém… não foi nada demais.
Um tiro, um trago, tanto faz. Eu sou problema e não sou mais só inocência. E as vezes pago pra errar.
E se acontece sempre algo a mais, eu juro, eu tento não olhar perdido pro vazio e não lembrar de mim.
E, se eu quebro meus espelhos é porque não tem mais nada ali pra mim.
Que quando é escuro, nuvens mudas choram pra limpar o sangue das ruas.
Toda noite.
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