
E esse mesmo coração que me guia e não quer grades nem cobranças, ás vezes me deixa sem rumo, com uma interrogação bem no meio da frase: O que eu quero mesmo?
Por isso te peço (de um jeito bem sem-vergonha, que é assim que eu costumo ser): se eu gostar de você, tenha a gentileza de não me deixar tão solta. Não me pergunte aonde vou, mas me peça pra voltar.
Sou fácil de ler, mas não tente descobrir porque o mesmo refrão insiste em tocar tanto. Se eu gostar de você, tenha a delicadeza de também gostar de mim. E me deixe ser assim, exatamente como eu sou. Meio gato, meio gente. Desconfiada. E adoradora de todos os luxos e lixos do mundo.
Isso é amar com A maiúsculo, amar sem egoísmo e com total aceitação das nossas tantas imperfeições. E aí bem nessa hora amamos "apesar de" que fazemos nascer coragem no outro. Coragem de ser melhor, ajustar os tons, se fazer (e refazer)conforme os próprios sonhos.
(pode pensar o que quiser, ainda acho a reciprocidade uma das coisas mais gostosas - e divertidas - desse mundo)
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